search clock-o download play play-circle-o volume-up image map-marker plus twitter facebook rss envelope linkedin close exclamation-triangle home bars angle-left angle-right share-alt clock-o arrow-up arrow-down2 folder folder-folder-plus folder-open calendar-o angle-down eye

PÁGINA OFICIAL

Santuário de Fátima

  • faltam
    • Dias
    • Horas
    • Min.
    • Seg.
  • para o Centenário das Aparições de Fátima
Transmissão Online

Lugares de culto e oração

Lugares de culto e oração
 

BNSRF_interior geral com vitrais.jpg


Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima

A Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima ergue-se no local onde os três pastorinhos brincavam «a fazer uma paredita» no dia 13 de maio de 1917 quando viram um relâmpago repentino que os surpreendeu e fez com que juntassem o rebanho, para regressarem a casa, com receio de que chovesse.

O projeto foi concebido pelo arquiteto Gerardus Samuel van Krieken e continuado por João Antunes. A primeira pedra foi benzida em 13 de maio de 1928 pelo arcebispo de Évora e a dedicação celebrou-se em 7 de outubro de 1953. O título de basílica foi-lhe concedido por Pio XII, pelo breve Luce Superna, de 11 de novembro de 1954.

O edifício tem 70,5 metros de comprimento e 37 de largura e foi totalmente construído em pedra calcária da região, branco de mar.

Pormenores exteriores

A torre sineira tem 65 metros de altura, é rematada por uma coroa de bronze de 7 toneladas, construída na Fundição do Bolhão, e encimada por uma cruz iluminada. O carrilhão é composto por 62 sinos, fundidos e temperados em Fátima por José Gonçalves Coutinho, e o relógio é obra de Bento Rodrigues. O monograma NSRF – Nossa Senhora do Rosário de Fátima – que se encontra na frontaria da torre é um mosaico e foi feito nas Oficinas do Vaticano. Também aí se executou o mosaico que se encontra sobre a entrada principal da basílica e que representa a Santíssima Trindade a coroar Nossa Senhora. Os anjos da fachada são de mármore e da autoria de Albano França. A estátua do Imaculado Coração de Maria que se encontra no nicho da torre é obra do padre e escultor americano Thomas McGlynn. Esculpida sob indicações da Irmã Lúcia e oferecida pelos católicos americanos, foi benzida em 13 de maio de 1958.

 

Pormenores interiores

O templo é constituído por uma grande nave com capela-mor, transepto e duas sacristias, uma das quais foi convertida em lugar de culto (Capela de S. José).

Tem 14 altares laterais (de mármore de Estremoz, Pero Pinheiro e Fátima); em cada um deles está representado um mistério do Rosário, em baixos-relevos de bronze, da autoria de Martinho de Brito e depois dourados por Alberto Barbosa. O 15.º mistério está representado na abóbada da capela-mor; trata-se de um alto-relevo de Maximiano Alves. Os vitrais dos altares laterais representam invocações da ladainha de Nossa Senhora e foram concebidos por João de Sousa Araújo. O arco cruzeiro ostenta em toda a volta um mosaico, feito nas Oficinas do Vaticano e oferecido pelos católicos de Singapura, onde se lê «Regina Sacratissimi Rosarii Fatimae Ora Pro Nobis» (Rainha do Sacratíssimo Rosário de Fátima, rogai por nós). Em 10 de abril de 1998, foi colocada nas paredes laterais uma Via-sacra, constituída por 15 painéis em mosaico, da autoria de Fred Pittino.

Em 1995, foi remodelado o presbitério, sob projeto do arquiteto Erich Corsepius. Ao centro situa-se o altar, de pedra, para onde foi transferido do primitivo altar o frontal de prata – jóia de arte criada pela Ourivesaria Aliança – em que está representada a Última Ceia. O ambão, a peanha de Nossa Senhora e a cadeira da presidência são feitos da mesma pedra do altar. O sacrário, tal como o frontal do altar, é de prata lavrada. O quadro do retábulo é obra do pintor João de Sousa Araújo e representa a Mensagem de Nossa Senhora que desce em forma de luz e de paz, ao encontro dos videntes, preparados pelo Anjo, através do seu encontro com Cristo na Eucaristia; presente está também a Igreja (nas pessoas do bispo diocesano e dos papas, aí representados).

No braço esquerdo do transepto encontra-se a capela em que repousam, desde 1 de maio de 1951, os restos mortais da Beata Jacinta, que morreu no dia 20 de fevereiro de 1920, e os da Irmã Lúcia, que faleceu em 13 de fevereiro de 2005 e para ali foi trasladada no dia 19 de fevereiro do ano seguinte. A imagem da Jacinta que aí se encontra é da autoria de Clara Menéres e foi benzida por João Paulo II no dia 13 de maio de 2000. No extremo oposto do transepto está a capela onde estão depositados desde 13 de março de 1952 os restos mortais do Beato Francisco, que morreu em 4 de abril de 1919. Naquele mesmo dia 13 de maio de 2000, João Paulo II benzeu a imagem do Francisco, obra do escultor José Rodrigues.

O órgão que nos habituámos a ver no espaço do coro, ao fundo da basílica, foi construído e montado pela firma italiana Fratelli Ruffatti e inaugurado em 1952. Os cinco corpos do órgão, originalmente dispersos, foram entretanto reunidos no coro, em 1962. Em 2015, no âmbito da celebração do centenário das aparições de Fátima, esse órgão, que se encontrava há vários anos em avançado estado de deterioração, foi objeto de uma profunda intervenção de restauro/reconstrução. Do órgão Ruffatti original foi utilizada uma parte substancial dos tubos, enquadrados agora numa nova caixa, concebida numa estética contemporânea, resultado de uma estreita articulação entre o organeiro e os serviços de arquitetura do Santuário de Fátima. A nova versão do instrumento – construída pela firma Mascioni Organi – apresenta, tal como a anterior, cinco manuais, ainda que com uma disposição reestruturada, e conta com cerca de 90 registos e 6500 tubos.

 


 

Colunata.jpg


Colunata

O conjunto arquitetónico que a Colunata constitui é obra de António Lino. Composta de 200 colunas e meias colunas e 14 altares, a Colunata integra uma Via-sacra com painéis em cerâmica, executados na Fábrica "Viúva Lamego", segundo desenho de Lino António e em colaboração com o ceramista Manuel Cargaleiro.

Sobre a Colunata, veem-se 17 imagens. Algumas são de santos cujas congregações estão presentes em Fátima, outras daqueles santos que, pelos seus escritos e pregações, foram "apóstolos marianos". As imagens grandes medem 3,2 metros e as pequenas 2,3 metros.

O órgão do Recinto, instalado na sala do coro, do lado esquerdo da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, foi construído por Yves Koenig. Conta com 20 registos, repartidos por dois manuais e pedaleira. A sua composição permite o acompanhamento das grandes celebrações e, graças às amplas potencialidades sonoras que possibilita, está apto para a interpretação de um largo repertório.


 

Recinto de Oracao_noite.jpg


Recinto de Oração

O Recinto de Oração é uma ampla esplanada, ladeada por frondoso arvoredo a norte e a sul e circunscrita, nos topos nascente e poente, pela Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima e pela Basílica da Santíssima Trindade, respetivamente. Constitui-se como espaço convidativo à interioridade e à oração e congrega celebrativamente as grandes assembleias que em Fátima se reúnem.

Azinheira Grande

A Azinheira Grande, assim nomeada em muitos dos documentos primitivos referentes às aparições, é uma árvore com mais de cem anos e foi a única dentre as que aí existiam que prevaleceu. Não foi sobre ela que Nossa Senhora apareceu, mas desde cedo ficou ligada às aparições. Com efeito, e como conta a Lúcia, foi justamente quando passavam junto a esta azinheira que os três pequenos pastores de Aljustrel viram pela segunda vez o relâmpago que precedeu a aparição de 13 de maio. Nos meses seguintes, era à sombra da Azinheira Grande que os três pastorinhos rezavam o terço com as pessoas que os acompanhavam, preparando-se para receber a visita da Senhora.

A Direção-Geral dos Recursos Florestais de Portugal classificou-a, em janeiro de 2007, exemplar de "interesse público", pela sua tradicional associação às aparições.

 

Monumento ao Sagrado Coração de Jesus

O conjunto arquitetónico que sustenta a imagem do Sagrado Coração de Jesus encontra-se sobre a primitiva estrutura do fontanário que se construiu em sequência das perfurações aí efetuadas, decorrentes da necessidade de encontrar, na Cova da Iria, água para satisfazer os peregrinos. Desse primitivo conjunto ficaram apenas visíveis, após as obras de regularização do Recinto, a parte superior e a coluna que suporta aquela escultura.

Esta é de bronze dourado e o seu autor não é conhecido. Foi oferecida por um peregrino e benzida no dia 13 de maio de 1932 pelo então núncio apostólico em Portugal, D. João Beda Cardinale.

A localização deste monumento no centro geográfico do Santuário é significativa ilustração da centralidade de Jesus Cristo na mensagem de Fátima.

 

Presépio

Da autoria de José Aurélio, foi inaugurado na madrugada de 25 de dezembro de 1999, início do Grande Jubileu do Ano 2000.

Tem a forma de um triângulo, alusivo à Santíssima Trindade, com 5 metros de base e de altura, e é de chapa de aço inox perfurada.

 

Muro de Berlim

Inaugurado em 13 de agosto de 1994, trata-se de um bloco do muro que, construído na noite de 12 para 13 de agosto de 1961, dividiu a cidade de Berlim durante quase trinta anos, vindo a ser demolido em novembro de 1989. O bloco, que pesa 2,6 toneladas e mede 3,6 por 1,2 metros, foi oferecido por um português residente na Alemanha. O arranjo do monumento é do arquiteto José Carlos Loureiro.

 

Homenagens a Manuel Nunes Formigão e Luís Fischer

Este monumento-memorial dedicado ao cónego Dr. Manuel Nunes Formigão e ao padre Prof. Dr. Luís Fischer, dois ilustres presbíteros que estiveram nos fundamentos da historiografia das aparições de Fátima e da difusão da sua mensagem, foi inaugurado em 13 de outubro de 1998. Encontra-se na proximidade do Muro de Berlim, é constituído por sete painéis de granito verde-pérola e foi concebido por Graça Costa Cabral.

 


 

BSST.jpg


Basílica da Santíssima Trindade

A intenção de construir uma nova igreja no Santuário de Fátima remonta a 1973. Verificou-se, nessa altura, que a Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima não tinha já capacidade para acolher cabalmente os peregrinos, particularmente aos domingos e outros dias de média afluência. Em 1997, o Santuário organizou um concurso internacional, do qual resultou a seleção do arquiteto grego Alexandros Tombazis, com um projeto que previa a construção da nova igreja ao fundo do Recinto de Oração, junto à Praça de Pio XII.

O lançamento da primeira pedra teve lugar em 6 de junho de 2004, Solenidade da Santíssima Trindade. Várias razões contribuíram para a escolha de dedicar a nova igreja à Santíssima Trindade: as aparições do Anjo da Paz, com o insistente convite à adoração a Deus-Trindade; as palavras de João Paulo II proferidas na Capelinha das Aparições, em maio de 1982, pelas quais elevou a sua ação de graças à Santíssima Trindade; o Grande Jubileu do Ano 2000, também dedicado à Santíssima Trindade...

A Igreja da Santíssima Trindade foi dedicada em 12 de outubro de 2007 pelo cardeal Tarcisio Bertone, então Secretário de Estado do Vaticano e legado de Bento XVI para o encerramento do 90.º aniversário das aparições de Nossa Senhora aos três pequenos pastores videntes.

Em 2012, a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos concedeu a este templo o título de basílica, concessão atribuída por Decreto de 19 de junho de 2012 e que pôs em evidência o seu relevo pastoral e, sobretudo, o especial vínculo de comunhão com o santo padre – dimensão particularmente importante da mensagem de Fátima – e simultaneamente o carinho que ele nutre por Fátima.

A Basílica da Santíssima Trindade tem forma circular com 125 metros de diâmetro sem apoios intermédios; é suportada por duas vigas de 182,5 metros, com um vão livre de 80 metros e uma altura máxima de 21,15 metros. A altura do edifício é de 18 metros. É, na sua totalidade, de cor branca e tem um total de 8633 lugares. O interior é divisível em dois setores, através de uma parede móvel de 2 metros de altura. O presbitério tem capacidade para cerca de 100 concelebrantes.

O altar, o ambão, as cadeiras da presidência e o pavimento do presbitério são de pedra calcária branco do mar; o restante pavimento é de pedra ataíja creme, no interior da igreja, e de ataíja azulino, nos outros espaços. 

Iconografia exterior

O pórtico de entrada apresenta uma escultura suspensa, em malha de rede de aço, que evoca as aparições do Anjo e convida a entrar no templo e adorar a Santíssima Trindade; a sua conceção deve-se a Maria Loizidou. A porta principal, em bronze, é dedicada a Cristo e é da autoria de Pedro Calapez. Ao lado desta porta, num plano superior, encontram-se painéis representativos dos vinte mistérios Rosário, do mesmo autor. Num plano inferior, dois painéis de vidro com quatro citações bíblicas grafadas em vinte e seis línguas, obra de Kerry Joe Kelly, constituem um monumento à Palavra de Deus, à universalidade dos peregrinos de Fátima e à Santíssima Trindade. As portas laterais, feitas em bronze e com 8 metros de altura, são dedicadas aos Doze Apóstolos; o grafismo das inscrições é de Francisco Providência.

 

Iconografia interior

O altar é constituído por um bloco único de pedra da região, branco do mar, tem 3,5 metros de comprimento, 1,9 metros de profundidade e 94 centímetros de altura. Pesa cerca de 16 toneladas. Na sua face dianteira foi colocado um fragmento marmóreo do túmulo do apóstolo Pedro (sobre o qual está construída a Basílica de S. Pedro, no Vaticano). Esta pequena pedra é um sinal visível da comunhão com a Igreja Universal e recorda a ligação de Fátima e da sua mensagem ao santo padre. O crucifixo que pende sobre o presbitério tem 7,5 metros de altura e encontra-se sobreposto ao Cordeiro do painel. Feito de bronze, é obra de Catherine Green. A escultura de Nossa Senhora de Fátima representa Maria jovem, com os braços abertos e deixando ver o seu Coração Imaculado e o rosário. Esculpida em mármore branco de Carrara, tem 3 metros de altura e é criação de Benedetto Pietrogrande. Por fim, o painel que cobre a parede curva do fundo do presbitério é um mosaico com 10 metros de altura e 50 de largura, feito em terracota dourada e moldada manualmente A cor do ouro simboliza a santidade e a fidelidade de Deus, tendo os três traços vermelhos a finalidade de realçar o dourado e favorecer a perceção do mistério e da santidade. O dinamismo e a tensão de luz e ouro nos sentidos horizontal e vertical pretendem convocar para a abertura à beleza, à comunhão e ao amor. O painel é da autoria de Marko Ivan Rupnik e foi executado por um grupo de artistas especializados, provenientes de oito nações e de quatro Igrejas cristãs.

 

Galilé dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo e área da Reconciliação

A Galilé dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo constitui uma vasta área, ao jeito de corredor, situada em plano subterrâneo entre a Basílica da Santíssima Trindade, cujo complexo integra, e o Recinto de Oração. Acessível por meio de duas escadarias e duas rampas que nela desembocam, tem um comprimento de 150 metros e a parede nascente revestida por azulejos da autoria de Álvaro Siza Vieira. A Galilé dos Apóstolos surge como átrio comum às capelas da zona da Reconciliação – Capela do Santíssimo Sacramento, Capela da Morte de Jesus, Capela da Ressurreição de Jesus, Capela do Sagrado Coração de Jesus e Capela do Imaculado Coração de Maria – e ao Convivium de Santo Agostinho, espaço polivalente que comunga da mesma linguagem arquitetónica de todo o complexo. No átrio da Capela da Ressurreição de Jesus e da Capela do Santíssimo Sacramento encontra-se uma Via Lucis da autoria de Vanni Rinaldi.

Da Galilé dos Apóstolos é contemplável um par de espelhos de água convidativos à reflexão e à interioridade. O primeiro, do lado de S. Pedro, alude à primeira criação, a criação da vida; o segundo, do lado de S. Paulo, aponta para a segunda criação, o Batismo, como participação na vida nova de Cristo.

 

Praças de João Paulo II e de Pio XII e Cruz Alta

A zona envolvente da Basílica da Santíssima Trindade é constituída por duas praças. A Praça de João Paulo II compreende a área que está a nascente da basílica e aí se encontram, a nordeste, a estátua de João Paulo II, da autoria de Czeslaw Dzwigaj, e, a noroeste, a estátua de Paulo VI, obra de Joaquim Correia. Também aqui se situa, na proximidade da estátua do papa polaco, a Cruz Alta – 34 metros de altura e 17 de largura, feita em aço corten –, concebida por Robert Schad. A Praça de Pio XII, na área a poente da Basílica, apresenta a estátua de Pio XII, a sudoeste, da autoria de Domingos Soares Branco, e a de D. José Alves Correia da Silva, a sudeste, obra de Joaquim Correia.

 


 

Capela do SSmo.jpg


Capela do Santíssimo Sacramento

O Santíssimo Sacramento está exposto para adoração no Santuário de Fátima desde 1 de janeiro de 1960.

Começou por ser exposto na capela do Hospital de Nossa Senhora do Carmo, atual Casa de Retiros de Nossa Senhora do Carmo. Em 1964, o Lausperene – exposição permanente do Santíssimo Sacramento – realizava-se já no Albergue dos Doentes, hoje Casa de Retiros de Nossa Senhora das Dores. Mais tarde, em 1987, foi inaugurada a Capela da Adoração, na extremidade do braço meridional da Colunata, agora dedicada ao Anjo da Paz.

No dia 13 de julho de 2008, o Lausperene passou a realizar-se na nova Capela do Santíssimo Sacramento, localizada no complexo da Basílica da Santíssima Trindade. Esta capela tem 200 lugares e é acessível durante a totalidade do dia, a partir da Galilé dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo. O ostensório, de prata, é da autoria do escultor Zulmiro de Carvalho e data de 1986.


 

Reconciliacao.jpg


Capelas da Reconciliação

Na área da Galilé dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo encontram-se a Capela do Sagrado Coração de Jesus e a Capela do Imaculado Coração de Maria, inteiramente dedicadas à celebração do sacramento da Penitência. Têm, respetivamente, 16 e 12 confessionários.


 

Capela da Morte de Jesus

A Capela da Morte de Jesus, situada na área da Galilé dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo, acolhe algumas das celebrações do programa oficial do Santuário de Fátima. Tem capacidade para 600 pessoas sentadas.


 

Capela da Ressurreição de Jesus

A Capela da Ressurreição de Jesus tem 200 lugares e 16 confessionários. Faz parte do complexo da Basílica da Santíssima Trindade, situando-se na área da Galilé dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo.


 

Calvario hungaro_pormenor.jpg


Via-sacra no Caminho dos Pastorinhos e Calvário Húngaro

Com início na Rotunda de Santa Teresa de Ourém (Rotunda Sul) e seguindo o caminho habitualmente percorrido pelos pastorinhos, a Via-sacra no Caminho dos Pastorinhos termina no Calvário Húngaro – que foi originalmente designado por "Calvário Húngaro Cardeal Mindzenty" –, cuja capela é dedicada a Santo Estêvão, rei da Hungria.

As catorze estações da Via-sacra e a capela, oferecidas pelos católicos da Hungria, foram projetadas por Ladislau Marec. A primeira pedra da Via-sacra foi benzida em 21 de junho de 1959 e a primeira pedra da capela em 11 de agosto de 1962. As estações e a Capela de Santo Estêvão foram benzidas no dia 12 de maio de 1964. A 15.ª estação, benzida e inaugurada em 13 de outubro de 1992, foi oferecida pela paróquia húngara de Lajosmizse em sinal de gratidão pela “ressurreição” da Hungria.

Os painéis das estações, em baixo relevo, e a imagem de Nossa Senhora Padroeira da Hungria, que está na capela, são da autoria de Maria Amélia Carvalheira da Silva. As esculturas do calvário são obra de Domingos Soares Branco. Na capela, os vitrais, da autoria de Pedro Prokop, representam santos húngaros; e os dois grandes mosaicos do teto, do mesmo autor e compostos por pequenas pedras de mármore, figuram a aparição de Nossa Senhora aos três videntes e a entrega da coroa da Hungria pelo rei Santo Estêvão a Nossa Senhora.