13 de fevereiro, 2026
Peregrinação mensal contempla zelo de Nossa Senhora para com Lúcia de Jesus e os que sofremPeregrinação mensal contempla o cuidado de Nossa Senhora para com Lúcia de Jesus na segunda aparição, neste dia 13 de fevereiro, em que passam 21 anos da sua morte.
O Reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, contemplou, na homilia na missa da peregrinação mensal deste 13 de fevereiro, a segunda aparição de Fátima, na qual, segundo Lúcia de Jesus, Nossa Senhora se lhe dirigiu com cuidado maternal, ao dizer-lhe: “E tu sofres muito? Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio”. Na Basílica da Santíssima Trindade, depois de evocar, a partir do Evangelho, a imagem da Mãe junto à cruz de Jesus, assinalou o zelo e o cuidado para com Lúcia. Na sua reflexão incorporou os peregrinos presentes e todos os que procuram a Cova da Iria: “esta não era uma certeza só para Lúcia. É para cada um de nós”. Em referência à aparição de junho, afirmou: “o Coração Imaculado de Maria é nosso refúgio”, já que “a ele confiamos as nossas dores e preocupações, pedindo a sua ajuda a intercessão e colocando-nos sob a sua proteção”. O padre Carlos Cabecinhas lembrou as palavras exatas que, por via de Lúcia, hoje conhecemos: “O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus”. Com o olhar nos peregrinos, interpelou de novo a Assembleia quando disse que “este Coração é caminho para cada um de nós”, em linha com o tema do presente Ano Pastoral do Santuário de Fátima: Coração de Maria, caminho para ver a Deus. Caminho que percorremos se estamos atentos a Maria e o demonstramos na nossa vida, frisou.
Na aproximação à Festa dos Santos Pastorinhos, recordou Francisco e Jacinta Marto, de quem destacou as atitudes e espírito de entrega pessoal perante o sofrimento e as dificuldades dos outros. No final, aconselhou aos peregrinos: “confiemos as nossas preces ao Senhor, através de Maria e do seu Coração Imaculado, que é o nosso refúgio e nossa Mãe e aprendamos com ela a estarmos junto à cruz de quem sofre, procurando levar refúgio, alento e esperança”.
Áudio da homilia proferida pelo padre Carlos Cabecinhas
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