13 de agosto, 2022

 

Reitor do Santuário destacou a forte presença de emigrantes e migrantes na Peregrinação de Agosto

Em declarações aos jornalistas, o padre Carlos Cabecinhas falou de um “regresso à forte de presença de peregrinos”, após dois anos de pandemia, realidade também notada na tradicional oferta de trigo.

O reitor do Santuário de Fátima perspetivou, ao início da tarde, a Peregrinação Internacional de 12 e 13 de Agosto como um marco no regresso à forte de presença de peregrinos, após dois anos de pandemia. Em declarações aos jornalistas, no final das celebrações da Peregrinação, o padre Carlos Cabecinhas sublinhou a “forte presença” de emigrantes e migrantes e fez saber da preocupação que o Santuário tem em transformar o turista que visita a Cova da Iria em peregrino de Fátima.

“Esta é uma peregrinação que nos permite dizer que regressámos à situação pré-pandemia, em termos de números e da presença de migrantes. Em termos de grupos estrangeiros não ultrapassámos ainda os números que eram habituais, mas assistimos claramente a um retorno significativo”, revelou o reitor do Santuário, destacando a forte presença de migrantes neste 12 e 13 de agosto, após dois anos em que as “muitas dificuldades” geradas pela pandemia impediram a vinda destes peregrinos à Cova da Iria.

“Este ano, pudemos verificar, de novo, uma grande festa, com uma presença muito significativa de emigrantes portugueses, mas também de migrantes presentes em Portugal”, acrescentou o sacerdote, fazendo notar que a tradicional oferta de trigo atingiu valores muito próximos dos de há dois anos.

Sobre as clareiras avistadas pontualmente no meio da multidão que, por estes dias, se reuniu no Recinto de Oração, o padre Calos Cabecinhas justificou estes espaços com o regresso progressivo de uma realidade pandémica, pela normal variação de peregrinos eu já se sentia nesta Peregrinação de Agosto e pela procura de sombra nas alamedas do espaço.

Interpelado a comentar a reflexão que o presidente da celebração apresentou na homilia, sob “o risco de uma peregrinação se tornar num encontro turístico”, o reitor do Santuário respondeu que, apesar da peregrinação ser um “fenómeno vivo, que corre o risco de se desvirtuar”, esse não é o caso de Fátima.

“A preocupação do Santuário é que aquele que vem como turista se possa transformar também em peregrino, possa participar nas celebrações e se sinta efetivamente envolvido pelo espírito deste lugar, com tudo o que ele tem de especial”, afiançou.

 

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