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Santuário de Fátima

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Um dos grandes desafios da Quaresma é a conversão da imagem de Deus, diz Pe. Carlos Cabecinhas

11 de março, 2018

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Um dos grandes desafios da Quaresma é a conversão da imagem de Deus, diz Pe. Carlos Cabecinhas

Santuário de Fátima acolheu a XVI Peregrinação Nacional de Folclore na qual se inscreveram 146 grupos de todo as regiões à exceção das ilhas

 

A conversão  da imagem que temos de Deus e a confiança no Seu “grande amor” independentemente de cada fragilidade, constituem o grande desafio da Quaresma, disse esta manhã o reitor do Santuário de Fátima na homilia da Missa dominical na Basílica da Santíssima Trindade, que acolheu a XVI Peregrinação Nacional de Folclore.

“Habituámo-nos a imaginar Deus como Alguém que nos exige isto e aquilo; Alguém que torna pesada a nossa vida com as Suas exigências, normas e mandamentos”, disse o Pe. Carlos Cabecinhas, destacando que muitas vezes esquecemo-nos que Deus “não é aquele que nos pede mas o que nos dá” e que exerce o “Seu poder para salvar e não para condenar, porque nos ama e quer dar-nos vida e vida em abundância”.

Por isso, neste caminho quaresmal, talvez o que “precise mais urgentemente de conversão seja a nossa imagem de Deus”.

“É a consciência do amor de Deus por nós que torna possível este caminho de conversão, a que a Quaresma nos desafia. É este horizonte de misericórdia que dá sentido ao tempo litúrgico da Quaresma, como `tempo favorável´ para nos aproximarmos de Deus”.

 “É quando tomamos consciência do amor com que Deus nos ama, é quando confrontamos a nossa vida com o Seu amor, que nos damos conta do quanto precisamos de conversão”.

O reitor do Santuário de Fátima concluiu que a esperança “no grande amor” de Deus,  “rico em misericórdia” é o maior consolo que os cristãos podem experimentar, mesmo “nos tempos em que vivemos, com os seus dramas e dores”.

Aos milhares de peregrinos, na sua maioria participantes na Peregrinação Nacional de Folclore, deixou uma palavra no final da celebração para que continuem a ser a expressão da festa e da alegria cristãs que é “saber sempre que Deus nos ama”.

Segundo dados da Federação Portuguesa de Folclore, entidade organizadora desta peregrinação anual à Cova da Iria, inscreveram-se 146 grupos, dois deles da diáspora- Principado de Andorra e Suiça- que mobilizaram mais de 3 mil pessoas.

Esta tarde, o santuário acolherá ainda a segunda sessão dos “Encontros na Basílica”, às 15h30, com uma conferência do Pe. João Paulo Quelhas, capelão do Santuário, sobre “O reconhecimento eclesial das Aparições de Fátima”, seguida de um recital com Eva Braga Simões, Hugo Sanchez e Carmina Repas Gonçalves.


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