19 de novembro, 2023

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D. José Traquina considera que “há muito a fazer para promover um desenvolvimento social integral e abrangente a toda a sociedade”

Bispo de Santarém e Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, presidiu à missa dominical no Santuário de Fátima

 

D. José Traquina, bispo da diocese de Santarém e Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, presidiu esta manhã à missa dominical na Basílica da Santíssima Trindade, no Santuário de Fátima. A Igreja celebra neste XXXIII domingo do Tempo Comum o Dia Mundial dos Pobres. Esta celebração acolheu ainda a XIX Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português.

O prelado considera que mensagem contida na Palavra de Deus deste Domingo é “um apelo à vigilância, para ver, para começar”.

O Papa Francisco instituiu o Dia Mundial dos Pobres, “sendo ao domingo alarga a possibilidade de mais cristãos rezarem pelos pobres, descobrindo o Evangelho”.

O Papa Francisco “pede que ao ver um pobre não desviemos o olhar”, disse D. José Traquina, alertando para as “centenas de milhões de pobres do mundo”, e desse modo continua “atual o desafio de construir a civilização do amor”.

Para isso “voltemos a Jesus Cristo e à beleza da sua proposta”. Além da falta de rendimentos “a pobreza tem muitos rostos e resulta de situações diferentes, como guerras, abusos, migração, entre outros”. Por isso, “há muito a fazer para promover um desenvolvimento social integral e abrangente a toda a sociedade”.

“Somos o país mais pobre da Europa Ocidental”, disse o Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, que apelou à responsabilidade dos governantes, para a “colaboração do bem-estar social para possibilitar uma sociedade mais justa e em paz”. 

Há muitas pessoas, empresas e instituições, “que alimentam este sonho ajudando, doando”.

“Para viver à maneira de Cristo e olhar para um pobre com o olhar de Jesus, temos de viver em sobriedade”, acrescentou D. José Traquina, que falou da “doença” que é a “ansiedade em ser rico, que faz acentuar vícios”.

“Não precisamos de ser donos do Mundo para ser felizes”, lembrou, considerando que há um desígnio de bem em cada pessoa, “podemos ser pobres, mas realizados e bem-aventurados”.

O bispo de Santarém dirigiu ainda uma palavra aos membros dos Grupos Folclóricos presentes na celebração, pedindo que “ofereçam a Deus as vossas danças”, pois “as vossas atividades manifestam afetividade e paz”.

Na mensagem para o 7° Dia Mundial dos Pobres, o Santo Padre exorta a não desviar o olhar de quem está em dificuldade, como as crianças que vivem em zonas de guerra, os que não conseguem sobreviver, os que são explorados no trabalho e os jovens prisioneiros de uma cultura que o faz sentir falidos.

O Santuário de Fátima assinala do Dia Mundial dos Pobres com a inauguração da escultura “Jesus Sem-Abrigo” da autoria de Timothy Schmalz.

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