14 de junho, 2012

D. Nuno Brás, bispo auxiliar do patriarcado de Lisboa, presidiu à peregrinação aniversária de julho, celebrada nos dias 12 e 13, em Fátima. O tema da peregrinação foi "Eu sou o caminho".
Na sua oração inicial após a chegada a Fátima, dirigida a Nossa Senhora no momento de abertura da peregrinação, D. Nuno Brás, em nome dos peregrinos, rogou a Maria ajuda para “o caminho da vida” e para “crescer na fé”. Para os consagrados e para os  pastores ao serviço da Igreja pediu para “em cada dia que passa, sermos sempre mais fieis, mais dedicados, mais de Deus”.
Neste primeiro momento da peregrinação aniversária da terceira aparição de Nossa Senhora foi entronizado, na Capelinha das Aparições, o ícone oriental da “Santíssima Virgem de Fátima”. O ícone esteve exposto durante os dois dias da peregrinação.
Na missa da vigília, na noite de 12 de julho, D. Nuno Brás assegurou que “os homens poderão destruir; poderão dominar por algum tempo; poderão, por alguns dias ou anos, sujeitar os demais ao seu jugo. Mas não será a sua palavra de ódio, de domínio ou de vingança, a última a ser pronunciada sobre a história e sobre cada ser humano”.
Isto porque, considera o prelado, “a última palavra – diante da qual um coração cheio de ódio não deixará de sentir a justiça do amor – a última palavra, dizia, será sempre aquela pronunciada pelo coração de Deus. E essa será sempre uma palavra de amor – daquele Amor que, esquecendo-se de Si mesmo, não hesitou em fazer seus os nossos pecados e a própria morte, para a todos os viver e derrotar no madeiro da cruz".
Trinta e nove grupos de 17 países -  Portugal, Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, Eslovénia, Espanha, França, Hungria, Irlanda, Itália, Líbano, Malta, Martinica, Polónia, Reino Unido e Vietname - anunciaram-se como participantes na eucaristia principal da peregrinação, na manhã de hoje.
Nas suas palavras aos peregrinos durante a homilia da missa do dia 13, celebrada no Recinto de Oração, D. Nuno Brás apontou a vida em Cristo como caminho para uma vida plena: "Muitos são os modos de vida que a sociedade contemporânea nos apresenta, não raras vezes atraentes e fáceis; mas nenhum deles constitui a Vida plena, abundante e feliz: essa, apenas a poderemos encontrar no Senhor Jesus Cristo – e, não tenhamos dúvidas, em ´Cristo crucificado´", disse.
Por entre "dúvidas, incertezas, inseguranças e pecados que diariamente nos cercam, por entre os medos, fraquezas e incapacidades que marcam hoje a política, a vida das sociedades e dos povos, o Senhor Jesus continua a mostrar-se a cada ser humano como ´caminho, verdade e vida", acrescentou.
No momento da oração dos fiéis foram lembrados de forma especial “os povos que sofrem pela causa da guerra e das adversidades, para que todo o homem se convença de que a paz tem a sua raiz na conversão do coração”.
Rezou-se também pela “Santa Igreja, para que vivendo o Evangelho que anuncia, seja, no mundo, sinal de amor gratuito e universal ao pai”.
Os peregrinos húngaros rezaram para que a sua pátria “sinta continuamente o cuidado da sua padroeira celestial e cada alma hungara reconheça o grande sinal de Fátima e Jesus Cristo, Filho Unigénito de Deus”.
LeopolDina Simões
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