12 de fevereiro, 2026
“A nossa fragilidade e o nosso sofrimento não são estranhos a Deus”Na celebração a que presidiu, no Dia Mundial do Doente, o reitor do Santuário de Fátima destacou a figura de Maria como exemplo e modelo junto de quem mais precisa.
Na missa das 15h00, celebrada ontem, dia 11 de fevereiro, na Capela da Morte de Jesus, o padre Carlos Cabecinhas assinalou o Dia Mundial do Doente com uma mensagem de proximidade, esperança e confiança em Deus no meio da fragilidade humana. Na homilia que proferiu, o reitor do Santuário de Fátima sublinhou a condição humana como realidade marcada pela fragilidade: “a nossa fragilidade e o nosso sofrimento não são estranhos a Deus”, referiu. O presidente da celebração recordou ainda as palavras do Papa Francisco, proferidas em 2017 no Santuário: “Jesus, ao tornar-se frágil e ao experimentar o sofrimento, compreende, consola e dá força”. Durante a celebração, alguns fiéis receberam o sacramento da Santa Unção, gesto que o reitor do Santuário traduziu como sinal da presença de Jesus que vem ao encontro de cada doente para “curar, consolar e dar ânimo”. Ao assinalar a memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes, o padre Carlos Cabecinhas destacou a figura de Nossa Senhora como exemplo e modelo junto de quem mais precisa. Sublinhou ainda que, desde as aparições, muitos fiéis “encontraram em Maria auxílio e refúgio”.
A concluir, o sacerdote recordou a mensagem do Papa Leão XIV para este dia, referindo que o Santo Padre convida “a recorrer à parábola do bom samaritano, desafiando-nos à compaixão e a amar carregando a dor do outro”. A homilia terminou com a oração proposta pelo Papa: “Doce mãe, não vos afasteis. Vossos olhos de mim não aparteis. Vinde comigo por todo o caminho e nunca me deixes sozinho. Já que me protegeis tanto como uma verdadeira mãe, fazei com que me abençoem o Pai, o Filho e o Espírito Santo”.
Áudio da homilia proferida pelo padre Carlos Cabecinhas
|