09 de junho, 2024

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Ações no dia a dia e oração são o que nos pode levar a “fazer parte da família de Jesus”

Reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, frisou que “não basta escutar a Palavra de Deus: é preciso o esforço para a pormos em prática, para a levarmos para a vida do dia a dia”. “Fazer parte da família de Jesus é a nossa vocação fundamental”.


Jesus, nas palavras “Quem fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe”, diz-nos que “a relação com Ele está para além desses laços familiares e que todos podemos fazer parte da sua família”, clarificou o padre Carlos Cabecinhas, ao citar o Evangelho, na homilia da missa das 11:00, no Recinto de Oração do Santuário de Fátima.

O padre Carlos Cabecinhas reconheceu que “os laços familiares são dos mais fortes que experimentamos” e que “talvez por isso nos surpreendam as palavras de Jesus”, que, “sem desvalorizar a importância dos laços familiares”, nos diz que “qualquer um de nós pode fazer parte da sua família”. “E essa é a grande exortação que o Evangelho hoje nos dirige: procurarmos fazer parte dessa família”, sintetizou. “Fazer parte da família de Jesus é a vocação fundamental dos cristãos de todos os tempos”, reforçou.

No entanto, “não basta termos sido batizados para fazermos parte da família de Jesus”, advertiu o padre Carlos Cabecinhas, para, em seguida, sublinhar que “somos convidados a cultivar em cada dia a familiaridade com Ele”. E desenvolveu, sobre a importância de cultivar essa continuidade: “o próprio Senhor, no Evangelho, diz que aprofundamos os laços que nos unem a Ele quando fazemos a vontade de Deus”; além da “escuta atenta da Palavra de Deus, pela meditação orante dessa palavra”, “é preciso o esforço para a pormos em prática, para a levarmos para a vida do dia a dia”, pois “a familiaridade com Jesus nasce do esforço quotidiano por fazermos a vontade de Deus”.

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No momento da homilia que incidiu sobre a fragilidade humana no respeitante a cultivar ações agradáveis a Deus, o padre Carlos Cabecinhas disse: “temos consciência de que não é fácil”, “o próprio Jesus sabia que não é fácil”, “por isso, quando nos ensinou o Pai Nosso, incluiu uma prece para que façamos a Vontade de Deus”: “Seja feita a Vossa vontade”. “Precisamos, de facto, que Deus nos ajude a fazer a sua vontade”.

A homilia, até aí focada nas práticas e ações necessárias para “fazer parte da família de Jesus”, passou a centrar-se na oração, quando Carlos Cabecinhas observou que “o Pai Nosso aponta-nos um outro caminho para cultivarmos a familiaridade com Jesus: a oração”, pois “pertencer à família de Jesus implica rezarmos, implica procurarmos a comunhão com Ele”. O padre Carlos Cabecinhas relevou que “o tema do ano pastoral do Santuário é precisamente a oração, em sintonia com o tema que o Papa Francisco propôs a toda a Igreja neste ano de preparação para o Jubileu de 2025” e que “somos todos “chamados ao encontro” com Cristo na oração como caminho para podermos fazer parte da sua família”.

 

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