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Santuário de Fátima

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As Aparições de Fátima “são consolo que Deus oferece aos membros da sua Igreja peregrina”, afirmou o Pe. Carlos Cabecinhas

01 de dezembro, 2018

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As Aparições de Fátima “são consolo que Deus oferece aos membros da sua Igreja peregrina”, afirmou o Pe. Carlos Cabecinhas

Santuário de Fátima apresenta tema do novo Ano Pastoral que se inicia este domingo

 

O Santuário de Fátima inicia este domingo, 2 de dezembro, o novo Ano Pastoral durante o qual convida os peregrinos a “Dar Graças por Peregrinar em Igreja”, uma dimensão de eclesialidade sublinhada pela Mensagem de Fátima, disse esta tarde o Reitor do Santuário na jornada de apresentação do tema do ano.

“A mensagem de Fátima põe em destaque esta dimensão eclesial – a consciência de sermos povo de Deus –, que exprimimos com o tema `Dar graças por peregrinar em Igreja´. Esta dimensão eclesial da mensagem faz-se patente, de forma muito explícita, no chamado `Segredo´, na referência ao `Bispo vestido de branco´ e à Igreja peregrina e mártir” disse o Pe. Carlos Cabecinhas na sua alocução.

O responsável pelo Santuário, que foi o primeiro a usar da palavra na sessão de apresentação do tema do Ano Pastoral, presidida pelo Cardeal D. António Marto, sublinhou que esta consciência de ser Igreja experimenta-se, em Fátima, de “muitos modos”, desde a participação nas celebrações sacramentais; nas assembleias crentes que aqui se reúnem para a expressão comum da fé, para adorar a Deus, dar-Lhe graças e louvá-l’O; na união e comunhão com o Papa e na oração por ele, tão característica de Fátima.

Mas o tema do ano pretende sublinhar, por outro lado, que esta experiência de ser Igreja é dinâmica: “é uma peregrinação”, acrescentou o Reitor do Santuário.

“Neste caminho da Igreja, as Aparições de Fátima são consolo que Deus oferece aos membros da sua Igreja peregrina; são auxílio para o caminho. No longo peregrinar dos seus filhos, Maria apresenta o seu Coração Imaculado como refúgio e caminho”, afirmou.

“Este ano pastoral permitir-nos-á refletir sobre o sentido da peregrinação e sobre os traços mais característicos da peregrinação a Fátima. Permitir-nos-á refletir sobre o Santuário como meta de peregrinação e lugar de forte experiência de Igreja, porque lugar de forte experiência do Deus que congrega a Igreja e reúne o seu povo” esclareceu o Pe. Carlos Cabecinhas.

Por isso, conclui “o presente Ano Pastoral, que agora se inicia, convida-nos a encarar a mensagem de Fátima como meio para conseguir uma maior consciência eclesial e caminho eficaz para fortalecer o sentido de pertença eclesial, nomeadamente através da experiência comunitária da peregrinação.”

O novo Ano Pastoral será o segundo de um triénio, que inicia o segundo século de Fátima e que está a ser vivido como um “Tempo de Graça e de Misericórdia”.

Em 2019, o Santuário viverá dois centenários especialmente relevantes: o centenário da construção da Capelinha das Aparições e o centenário da morte de S. Francisco Marto. De resto, os cem anos da construção da Capelinha é o acontecimento inspirador do tema deste ano, lembrou o sacerdote, fazendo memória do relato da Aparição de 13 de outubro, na qual Nossa Senhora disse aos videntes: “Quero que façam aqui uma capela”. Essa capela foi o início do Santuário e constitui, ainda hoje, o seu “coração”.

“Em contexto cristão, o edifício da igreja – neste caso, a “capela” – é sempre símbolo da Igreja de pedras vivas que aí se reúne para celebrar a presença de Jesus Cristo. S. Pedro, na sua primeira epístola, exorta-nos a tomarmos consciência da nossa condição de “pedras vivas” que entram na construção de um edifício espiritual, a Igreja, e conclui: “Sois agora o povo de Deus” (1 Ped 2, 10). É esta consciência de sermos povo de Deus que desejamos aprofundar”, justificou.

O Reitor do Santuário destacou, também, a atenção especial que o Santuário destinará aos jovens, sobretudo a esse grande evento que será a Jornada Mundial da Juventude no Panamá, em janeiro de 2019, para onde se deslocará, a título excecional, a Imagem Nº 1 da Virgem Peregrina de Fátima, atendendo à importância do evento mas também ao itinerário mariano proposto pelo Papa Francisco que escolheu Maria como tema central da caminhada de preparação para a Jornada Mundial da Juventude de 2019.

Para a vivência deste novo ciclo pastoral de três anos, e deste ano pastoral em concreto, o Santuário volta a apostar no cartaz mensal que recordará, ao longo do ano, o tema que guia a vida do Santuário; uma catequese alusiva a São Francisco Marto nas alamedas do recinto de Oração e a oferta de um itinerário orante como proposta a todos os peregrinos.

Por outro lado, ao nível da formação e da reflexão, a Escola do Santuário proporá várias iniciativas todos os meses, desde Itinerários de Espiritualidade a Oficinas Pastorais, uma novidade que começa em fevereiro e dirigida a um público especifico. Ao nível da formação e da reflexão mantêm-se, ainda, o Simpósio Teológico-Pastoral anual e os Encontros na Basílica.

A nível cultural, além de um programa musical diversificado salienta-se a exposição temporária “Capela Múndi”, visitável diariamente até 15 de outubro do próximo ano, no Convivium de Santo Agostinho.

O Reitor do Santuário aproveitou ainda a sessão de abertura para fazer um balanço do ano que agora terminou e que “permitiu consolidar algumas práticas” iniciadas durante o centenário, mas agora aos “ritmos diários e habituais da vida do Santuário”.

“O caminho feito a nível celebrativo, com o cuidado das celebrações”; a oferta de “propostas de reflexão e aprofundamento da mensagem de Fátima” e a oferta cultural, “com a suas linguagens próprias para falar de Fátima” foram alguns dos exemplos apontados pelo Pe. Carlos Cabecinhas para evidenciar a dinâmica de vida do Santuário de Fátima neste segundo século.

Por outro lado, “a afluência de peregrinos, embora não atingindo os números excecionais de 2017, manteve-se muito elevada, com crescimento significativo de grupos de proveniências até há pouco tempo incomuns” referiu.

A jornada de apresentação do tema do novo Ano Pastoral, prosseguiu com uma conferência do diácono Rui Ruivo, seguida de um breve recital com o Coro do Santuário e a Schola Cantorum Pastorinhos de Fátima. A sessão terminou com uma intervenção do cardeal D. António Marto, bispo da diocese de Leiria Fátima.

 

 


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