15 de maio, 2026
Casula de Castelo Branco foi paramento de D. Rui Valério nas celebrações de 13 de maioOferecida por peregrinos, a casula com bordados de Castelo Branco foi paramento litúrgico do Patriarca de Lisboa nas celebrações de 13 de maio.
Nas celebrações de 13 de maio, D. Rui Valério apresentou-se paramentado com uma casula de bordado de Castelo Branco, oferecida por um grupo de peregrinos ao Santuário de Fátima. Segundo a memória descritiva da casula, os motivos bordados foram inspirados no Salmo 44 (45) “Com um manto multicolor é apresentada ao Rei”, da liturgia do dia 13 de maio. O manto multicolor evoca “o jardim das origens, o novo Éden que adorna a nova Eva, a Esposa de Cristo, a Igreja”. Nesse manto multicolor “Maria representa a flor mais bela, consubstanciando em si a primavera da Igreja”. De acordo com o documento, a expressão visual dos bordados evoca, por representação visual metafórica, a diversidade de virtudes, a graça e a santidade, encontradas em Maria, Mãe e imagem da Igreja. A memória descritiva refere que “o dia 13 de Maio ocorre em tempo Pascal”. De forma detalhada e particular, menciona que “no cimo da casula encontra-se a Árvore da Vida coroada com o diadema real, repleta de flores, folhas e frutos”, símbolo da “fecundidade de Maria, a Mãe da nova humanidade, nascida da Páscoa de Cristo onde nos tornamos filhos de uma só Mãe, figura e imagem da igreja, já coroada de glória, com o diadema real a coroar a árvore, que aqui evoca a azinheira das aparições”. Em tom mais conclusivo, sublinha que “é este o mistério de Cristo celebrado em Fátima, a vivência da fé em comunidade, onde o centro e cume de cada peregrinação é a Eucaristia” e a casula é paramento do “presidente da celebração, que preside em nome e na pessoa de Cristo, à celebração do mistério Pascal, do povo reunido em festa como num grande Cenáculo com Maria Mãe de Jesus (cf. At. ,14). |