29 de março, 2024

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“Contemplar a cruz não é – não pode ser – um exercício estéril”

Nesta Sexta-feira Santa, a celebração da Paixão do Senhor incluiu a Adoração da Cruz, num gesto individual e num momento de contemplação coletivo.

Durante a celebração da Paixão do Senhor, esta tarde, na Basílica da Santíssima Trindade, os fiéis ouviram ecoar, por diversas vezes, as palavras morte e vida, cruz e salvação, serviço e amor.

Nesta Sexta-feira Santa, “contemplar a cruz não é – não pode ser – um exercício estéril”, sublinhou o reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, na homilia.

“Contemplar a cruz impede-nos de cair na indiferença diante dos crucificados deste mundo, diante do sofrimento dos que nos cercam, diante daqueles que, ao nosso lado, carregam penosamente a própria cruz”, referiu.

Na homilia, o reitor salientou que “a vida de Jesus Cristo entregue por amor, na cruz, mostra-nos que a nossa própria vida só tem sentido se for vivida como doação e serviço”.

Exortou ainda a assembleia a deixar-se desafiar pelo exemplo de Jesus, transformando a vida numa “oferta a Deus e aos outros, pois só uma vida entregue por amor é vida com sentido”.

A celebração da Paixão do Senhor incluiu a Adoração da Cruz, num gesto individual e num momento de contemplação coletivo.

Nesta Sexta-feira Santa, realiza-se como habitualmente às 21h00, a Via Sacra no Recinto de Oração.

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