14 de julho, 2019

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Reitor do Santuário apresentou o amor ao próximo como chave para uma vida cheia de sentido

Na homilia da Missa deste domingo, a partir da parábola do Bom Samaritano, o padre Carlos Cabecinhas exortou os peregrinos deixarem-se mudar pela compaixão e a perspetivarem a vida naqueles que precisam de ajuda 

 

Na homilia da Missa deste XV Domingo do tempo Comum, no Recinto de Oração, o reitor do Santuário apresentou o amor como chave para uma “vida em plenitude, realizada e cheia de sentido”. A partir do Evangelho proclamado, o sacerdote exortou os peregrinos a seguirem o exemplo do Bom Samaritano e a deixarem que a compaixão oriente as suas vidas para aqueles que precisam de ajuda.

“Quem é o próximo que somos chamados a ajudar?”, começou por questionar o padre Carlos Cabecinhas, ao apresentar a compaixão como palavra-chave de interpretação da parábola do Bom Samaritano.

“A compaixão – que é apenas um outro modo de dizer o amor –, faz-nos mudar de perspetiva, descentra-nos de nós próprios. É a compaixão que nos faz perceber quem são aqueles que somos convidados a ajudar e de quem somos convidados a fazer-nos próximos. A compaixão concretiza o que significa amar os outros como a nós próprios”, explicou o presidente da celebração, ao apresentar o Samaritano da parábola como imagem do próprio Jesus, e o convite que Ele faz ao doutor da lei como um desafio estendido a cada cristão para que também “faça o mesmo”.

Ao reforçar a ideia de que o pedido feito por Jesus para amar o próximo é uma ação ao alcance de cada cristão, o reitor do Santuário lembrou o “exemplo de compaixão dos santos Pastorinhos, que os levou a fazerem-se próximos de quem precisava da sua ajuda: os mais pobres, com quem partilhavam o pouco que tinham; as pessoas que lhes vinham partilhar os seus problemas e dramas e pedir a sua oração; os que estavam longe de Deus, os pecadores, por quem rezavam e se sacrificavam; e aqueles que os maltratavam e a quem, apesar disso, queriam bem.”

“Para alcançar a vida em plenitude e cheia de sentido é preciso amar a Deus e o próximo. Somos, por isso, chamados a fazer-nos próximos de qualquer pessoa que necessite de nós, seja amigo ou inimigo, conhecido ou desconhecido. Somos desafiados a fazer-nos próximos de qualquer irmão caído nos caminhos da vida, que, para se levantar, necessite da nossa ajuda e do nosso amor”, concluiu.

Na assembleia, estiveram vários grupos de peregrinos. Do território nacional, fizeram-se anunciar grupos oriundos de Vilar de Figos, Prazins e Santiago de Esporões, Braga; um grupo de doentes oncológicos da paróquia de Pinhel, Guarda; os Bombeiros Voluntários de Coimbrões, do Porto; a paróquia do Divino Salvador da Portela de Sousã e a paróquia de Santa Cristina, de Viana do Castelo; e ainda os Luzeiros de Santa Maria, da Aliança de Santa Maria.

Do estrangeiro, estiveram presentes grupos peregrinos de Espanha; Itália; França; Alemanha, Bélgica; Áustria; Polónia; Malta; Reino Unido, Hungria; Brasil; Colômbia; Estados Unidos da América; Costa do Marfim; Indonésia e Ilhas Maurícias.

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