13 de novembro, 2020

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Imagem Peregrina N.º 2 de Nossa Senhora de Fátima peregrinou a cinco casas da hospitalidade no âmbito do Dia Mundial da Saúde Mental

O início desta peregrinação foi solenemente assinalado no dia 10 de outubro

 

 

A Imagem Peregrina N.º 2 de Nossa Senhora de Fátima peregrinou a cinco casas hospitaleiras no âmbito do Dia Mundial da Saúde Mental. Este périplo ocorrido entre os dias 9 e 18 de outubro, passou pela Clínica Psiquiátrica de S. José (Telheiras – Lisboa), a Casa de Saúde da Idanha (Belas), a Casa de Saúde Santa Rosa de Lima (Belas), o Centro Psicogeriátrico Nossa Senhora de Fátima (Cascais – Parede) e a Casa de Saúde do Telhal (Mem Martins).

A Equipa de Pastoral da Saúde da Clínica Psiquiátrica de S. José preparou e coordenou esta peregrinação, com o tema «Viver com Maria o impacto da pandemia na saúde mental de todos».

Num texto enviado à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, um dos responsáveis por esta peregrinação, Frei Hermínio Araújo, OFM, contou que “todos foram incluídos na oração e reflexão, de uma forma muito especial, sobretudo aqueles que mais experimentam a solidão”.

O início desta peregrinação foi solenemente assinalado no dia 10 de outubro por ser este o Dia Mundial da Saúde Mental, com uma Eucaristia presidida pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, na Clínica Psiquiátrica de S. José, em Lisboa.

Nas palavras que dirigiu aos utentes ali presentes, o prelado falou da Virgem Maria enquanto “Mãe da Consolação”, porque a consolação “é a resposta prática à solidão que tem vindo a aumentar nos difíceis tempos da pandemia”. Na homilia desta celebração, D. Manuel Clemente perguntava “Se somos consolados por Deus, não havemos de consolar os outros?”.

Esta peregrinação “foi de consolação, de alegria e de esperança”, explica o Frei Hermínio Araújo.

“Ao longo destes dias recordei muitas vezes a visita de Maria a sua prima Isabel, na disponibilidade, no maravilhamento, na gratidão, e no louvor”, contou.

A Imagem Peregrina N. º 2 de Nossa Senhora de Fátima foi levada até junto dos doentes e colaboradores.

“Enquanto Capelão Hospitalar há muitos anos, inúmeras vezes acompanhei doentes, profissionais de saúde, voluntários e outros ao Santuário de Fátima, mas por estes dias Fátima veio a estas casas da hospitalidade”, enaltece o Frei Hermínio Araújo.

Ao longo destes dias foi visível “a alegria e a esperança em tantos rostos marcados por tantas fragilidades e sofrimentos e eu fui testemunha de momentos únicos de encontro e de encanto, em orações de prece, de gratidão e de louvor”.

Para este responsável, estes dias foram de “graça depois de tantos meses tão limitado na relação pastoral com os doentes, este contacto foi muitíssimo significativo para mim, enquanto assistente espiritual e religioso, pois vi os doentes, os diferentes colaboradores, as irmãs e os irmãos a viver intensamente esta peregrinação”.

“Foram profundamente vividas muitas celebrações comunitárias e muitos momentos de oração individual”, recorda Frei Hermínio Araújo que esteve em todos as celebrações de acolhimento e de despedida da Imagem Peregrina N.º 2 de Nossa Senhora de Fátima.

A Eucaristia de encerramento desta peregrinação ocorreu no Dia Mundial das Missões, reforçando desta forma a nossa identidade cristã enquanto missionária: “caminhando ao encontro dos outros, peregrinos como Maria e peregrinos com Maria, vivendo o primado de Deus, na abertura aos outros em hospitalidade”.

Feita segundo indicações da Irmã Lúcia, a primeira Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima foi oferecida pelo bispo de Leiria e coroada solenemente pelo arcebispo de Évora, em 13 de maio de 1947. A partir dessa data, a Imagem percorreu, por diversas vezes, o mundo inteiro, levando consigo uma mensagem de paz e amor.

A fim de dar resposta aos imensos pedidos provenientes de todo o mundo, foram, entretanto, feitas várias réplicas da primeira Imagem Peregrina, num total de treze.

 

(Fátima Luz e Paz, Ano 18, N.º 67, 13 de novembro de 2020)

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