12 de julho, 2022

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Peregrinos convidados a rezar de forma particular por todas as vítimas, por todos os bombeiros e por todos quantos combatem os incêndios

Bispo de Viana do Castelo, D. João Lavrador, preside à Peregrinação Internacional Aniversária de julho

 

D. João Lavrador, bispo de Viana do Castelo, preside à Peregrinação Internacional Aniversária de julho. Na celebração desta noite, o prelado convidou os peregrinos a rezar de forma particular por todas as vítimas, por todos os bombeiros e por todos quantos combatem os incêndios.

O bispo de Viana do Castelo também não esqueceu “o desespero do tempo presente que atinge as pessoas, e tem o seu auge na guerra infame que todos estamos a sofrer, mas sobretudo os nossos irmãos Ucranianos, mas não se restringe a ela porque está presente nas famílias, nas sociedades e na cultura de morte que teima a imperar suportada pelas iniciativas contra a vida e contra a dignidade humana, por ideologias dominadoras que de todos os meios se servem para calar as vozes que clamam pela verdade, pela justiça, pela fraternidade autêntica e pelo bem”.

D. João Lavrador lembrou que cada peregrino não traz consigo apenas as suas “dores e anseios, mas sim um mundo de sofrimento que nos rodeia e, mais ainda, nos atinge”.

“Dirigimo-nos para Nossa Senhora que invocamos como saúde dos enfermos para pedir a sua intercessão, não só para as pessoas e grupos, povos ou nações, mas para o mundo que está doente”, reiterou o prelado.

A liturgia deste dia apresenta “a experiência do sofrimento, da dor, da perplexidade e da angústia”, lembrou o presidente da celebração. Assim, a comunhão com Deus impele cada um a deslocar-se “ao encontro dos irmãos para lhes oferecer, por palavras e por gestos, a renovação que Deus quer operar no mundo”.

“A fé é encontro de cada um com a pessoa de Jesus Cristo, estimula à participação ativa numa comunidade cristã, provoca o diálogo com o mundo escutando o clamor dos pobres e dos que sofrem e atuando concretamente na promoção da dignidade humana e do bem comum”, acrescentou o prelado.

Com o olhar em Nossa Senhora “como fizeram os pastorinhos neste mesmo local, aprendamos d’Ela o gesto salvífico que nos impele a deixarmo-nos conduzir pelo Espírito de Deus para levar, em gestos concretos, a esperança que o mundo de hoje anseia e que o sofrimento de muita gente parece contrariar”.

“Já temos uma longa história de atrocidades e de flagelos que nos deveriam levar a reconhecer que os caminhos que a humanidade tem trilhado, fruto de uma cultura de morte, afastada de Deus e da comunhão com o outro como irmão, conduziram ao sofrimento e ao desespero”, alertou o bispo de Viana do Castelo.

Durante a celebração, os peregrinos foram convidados a ter presentes nas suas orações todas as vítimas, todos os bombeiros, a proteção civil e voluntários, que neste momento combatem os incêndios que assolam Portugal.

A Vigília durante a noite será animada pelos jovens e comités organizadores da JMJ Lisboa 2023, terminando com a Procissão Eucarística às 7h00 da manhã.  Às 9h00 é celebrado o Terço e, às 10h00, a Missa com a palavra ao doente.

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